Petiscos como devem ser, pratos do dia escritos no quadro, vinho da casa a copo e aquele barulho bom de tasca cheia. Entra, senta-te, isto aqui é tudo caseiro.
A Tasca do Petisco abriu em 1978 e pouco mudou — e ainda bem. Continua a ser a casa onde se entra sem reserva, se pede um copo do da casa e se petisca enquanto se resolve o mundo. As receitas são as de sempre, feitas como se faz em casa, com o tempo que a comida boa exige e sem atalhos de congelador.
Ementa que muda com o mercado, sempre com os clássicos que ninguém perdoa que faltem.
Peixinhos da horta, pica-pau, moelas, amêijoas e as croquetes de sempre.
Cozidos, ensopados e assados no forno, escritos no quadro conforme o dia.
Bacalhau à casa, polvo à lagareiro e o peixe fresco que o mercado deixar.
À hora de almoço e às sextas à noite enche. Uma chamada garante-te lugar na melhor tasca do bairro.
Feito na hora, como em casa. Sem congelados, sem atalhos, sem desculpas.
Comer bem não tem de custar caro. Aqui a conta ainda deixa sorrir.
Entra-se estranho, sai-se do bairro. É esta a magia que servimos há décadas.